Método visa saber a gravidade do estado de saúde do paciente, sendo utilizado para gerar melhor organização e celeridade no atendimento

Em praticamente todo ambiente hospitalar, se faz presente a ‘Triagem Classificatória de Risco’, método criado no ano de 2003 pelo Ministério da Saúde, a fim de, saber a gravidade do estado de saúde do paciente, sendo utilizado em todo mundo para gerar melhor organização e celeridade no atendimento. Esse tipo de acolhimento é efetuado no Hospital Regional Darcy Vargas (HRDV), por isso, criamos este artigo para sanar suas dúvidas.

A Classificação de Risco foi elaborada com o objetivo de acolher o usuário a um atendimento que, o auxilie, proteja e, principalmente, o socorra. Trata-se de um procedimento baseado na situação clínica apresentada pelo paciente e não necessariamente na ordem de chegada. Assim sendo, pacientes que estão em estados mais críticos e dependem de um atendimento para que não haja um agravamento de sua saúde podem (e devem) ser acolhidas primeiro.

Para que o método funcione corretamente, deve ser efetuada uma avaliação inicial do paciente, visando compreender sua situação para encaminhá-lo ou não a um atendimento mais urgente. Alguns fatores fundamentais são levados em consideração para determinar a classificação de risco, como: dor, sinais vitais, pressão, sintomas, entre outros. É preciso que os profissionais de saúde responsáveis pelas triagens estejam atentos a todos os detalhes técnicos.

Nós usamos o sistema ‘Manchester’ de classificação de risco. É um ótimo instrumento para organizar o fluxo de pacientes, que procuram as unidades de urgência e emergência. Esse sistema possui alguns objetivos e critérios, que devem ser seguidos para garantir um bom atendimento. Tudo isso gera um atendimento mais resolutivo e humanizado”, explicou a enfermeira Rafaela Lima, atualmente responsável pela triagem dos pacientes na unidade.

A classificação de risco hospitalar passou a ser adotada pelas unidades de saúde, assim como no HRDV, justamente para evitar que os pacientes em estados mais graves tivessem que esperar mais pelo atendimento do que os pacientes com casos mais leves. A seguir, explicaremos os significados de cada cor escolhida no sistema ‘Manchester’ para representar o grau de urgência no momento em que é feita a triagem hospitalar.

VERMELHO (EMERGÊNCIA) – Necessita de atendimento imediato;

LARANJA (MUITO URGENTE) – Necessita de atendimento quase imediato;

AMARELO (URGENTE) – Necessita de atendimento rápido, mas pode aguardar;

VERDE (POUCO URGENTE) – Pode aguardar atendimento;

AZUL (NÃO URGENTE) – Pode aguardar atendimento ou será encaminhado para outros serviços de saúde.